Projetos
Ação Sustentável
Surdo Cidadão
Campanha Surdo Cidadão
É preciso difundir a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) em todos os níveis da Sociedade para assegurar a plena cidadania aos Surdos.
Frequentemente os direitos humanos dos Surdos são violados. Seja por discriminação em órgãos públicos ou empresas, que não os contratam, seja porque são mal atendidos, em repartições e no comércio, por não haver pessoas habilitadas para tal, ou pior, como aconteceu recentemente no Paraná com a prisão arbitrária e ilegal por 12 dias do surdo Alexandre Pontes, acusado injustamente por tentativa de assalto.
O exercício pleno da Cidadania do Surdo passa necessariamente pelo conhecimento de Libras pelos ouvintes (autoridades policiais, poder judiciário, repartições públicas, empresas privadas, hospitais, postos de saúde e outros setores da sociedade civil).
O PROJETO LIBRAS É LEGAL já possui a ferramenta de trabalho pedagógico para auxiliar no conhecimento e difusão da língua com KIT LIBRAS.
Por que quando um americano ou argentino chega ao nosso país, sempre há um intérprete, ou ao menos alguém que tenha noções de língua estrangeira para comunicar-se com ele?
O surdo é um cidadão brasileiro e tem pleno direito de ser bem recebido em qualquer lugar que vá. Por que a LIBRAS não é incluída no currículo escolar, se as crianças e jovens aprendem línguas estrangeiras?
Se os ouvintes não conhecerem LIBRAS, o Surdo continuará sendo um cidadão esquecido.A Sociedade Civil Brasileira precisa conhecer Libras para garantir a plena inclusão social e a cidadania do surdo.
A FENEIS juntamente com o Projeto Libras é Legal abraçam essa campanha para que os surdos possam exercer a sua cidadania como brasileiros.
Depoimento
“Adoro futebol! Mas tanto eu, quanto outros surdos reclamamos dos programas de televisão.Os de esportes, políticos, jornais, filmes e novelas não possuem intérpretes, o que fica impossível participar da vida!
Estamos vivendo em um mundo globalizado onde todas as pessoas precisam ter direitos iguais e oportunidades para crescer.
Somos vistos como coitadinhos e só nos ajudam pensando em uma recompensa divina, mas sem se envolverem realmente em nossa causa.
O surdo também precisa ir à escola, fazer parte do mundo, participar da vida em sociedade e não ficar somente em casa recebendo os cuidados básicos.
Acredito que seja necessário um debate sobre a realidade do surdo, pois a sociedade precisa ser informada.”
Eduardo José Pereira, 26 anos
Fortaleza - CE
Mande o seu depoimento para o site:
http://www.libraselegal.com.br/surdocidadao









